|
Jorge Pozzobom*
|
||
|
Nesta sexta-feira estarei presente no 61º Congresso Tradicionalista
Gaúcho, que acontece até o domingo Porto Alegre. O último ocorreu em
Santa Maria, que já sediou a 1ª e 50ª edição do congresso, evento este que é
de extrema importância para o tradicionalismo e para a cultura e história do
povo gaúcho. Todos nós sabemos da relevância dos congressos tradicionalistas
que possibilita a troca de experiências, de informações e o que é mais
importante, a convivência. Portanto estarei com muitos amigos nesta
sexta-feira no Centro de eventos da cultura Gaúcha Almir Azeredo Ramos, o
centro de eventos Casa do Gaucho no parque da Harmonia. Neste evento será
definido o tema anual para os CTGs do Estado, o tema dos festejos
Farroupilhas, o local do acendimento da chama crioula do Estado, os locais
das inter-regionais do ENART 2014, além da novidade deste ano: discutir em
blocos temáticos, o MTG internamente.
Para mim, é motivo de satisfação pessoal e de trabalho poder
participar deste evento. Na Assembleia Legislativa, lutei e garanti a
suspensão do Decreto Estadual n.º 50.072/2013, que vigorava até dia 1º de
maio. O Decreto exige a obrigatoriedade de vacinação contra anemia infecciosa
equina (AIE) para a concessão do Guia de Trânsito Animal (GTA) para o
transporte de cavalos e estipula que a vacinação contra anemia infecciosa
deve ser feita de dois em dois meses. Criadores de cavalos e pessoas ligadas
a entidades tradicionalistas e a sindicatos rurais que defendem a ampliação
deste prazo contaram e continuam contando com o meu apoio. Entre as
principais queixas estão a validade da vacina (de dois meses), e seu custo
(em torno de R$ 120,00), além da necessidade de retirada do GTA a cada
transporte de equinos. Sempre manifestei minha convicção de que o decreto
poderia ser suspenso para que os produtores discutissem com o governo a
flexibilização dos prazos. Depois de muitos encontros e pressão que fiz junto
com outros parlamentares, o Governo voltou a trás e estabeleceu o Decreto
50.392, suspendendo as penalidades do anterior até o dia 31 de dezembro.
O cavalo, além de símbolo do Rio Grande do Sul, é uma atividade
econômica importante. Eu analisei toda a legislação, a Lei Federal nº
10.519/2002 e a Lei Estadual nº 13.467/2010 e nenhuma delas estipula prazo.
Consta no preâmbulo da nossa Constituição Estadual que ela foi
promulgada com base nos elevados valores da tradição gaúcha. E com base nesta
afirmação, apresentei projeto de lei, hoje lei 14.342/2013, que incluiu no
Calendário Oficial de Eventos do Estado os rodeios crioulos e as festas
campeiras. A lei prevê, ainda, que qualquer evento tradicionalista seja
incluído no calendário, desde que sejam organizados com o estabelecido nas
Leis 11.719/2002 e 12.567/2006. A Lei de 2002 instituiu o Rodeio Crioulo como
componente da cultura popular do Rio Grande do Sul, enquanto a de 2006
estabelece um conjunto de normas sobre infraestrutura, cuidados médicos,
transporte de animais, canchas e bretes, formas de encilha e proteção dos
animais. Da mesma forma apresentei neste ano na Assembleia Legislativa o
projeto de lei 266/2013, que inclui o Encontro de Arte e Tradição Gaúcha
(Enart) no Calendário Oficial de Eventos do Estado. E foi durante a edição do
Enart 2013 que entreguei ao Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG),
realizador do evento, a maior honraria concedida pelo Parlamento gaúcho: a
Medalha Mérito Farroupilha. A medalha foi entregue por mim ao presidente do
MTG, Erival Bertolini. São vários motivos que me fizeram escolher o MTG para
homenagear com esta medalha, pois é nossa obrigação reconhecer e parabenizar
os artistas e as famílias que realizam este grandioso espetáculo. O Enart é,
sem sombra de dúvidas, este é o maior evento voltado para o tradicionalismo
no mundo e merece esse reconhecimento.
Este artigo relata alguns exemplos do compromisso assumido e trabalho
realizado a favor do Movimento Tradicionalista Gaúcho, que pactuei desde o
início do meu mandato. Acabou a era do discurso, agora é a era da atitude, da
ação. Tenho orgulho de bater no peito e dizer que sou gaúcho e que exercendo
a função pública de Deputado posso afirmar: compromisso assumido, compromisso
trabalho realizado.
(Artigo publicado no jornal A Razão de 09 de
janeiro de 2014)
* Deputado Estadual
|
||
09/01/2014
ARTIGO: 61º Congresso Tradicionalista Gaúcho: Um evento que realmente honra nossa cultura
02/01/2014
ARTIGO: Projeto para disciplinar o uso de regime de urgência no Parlamento
*Jorge
Pozzobom
Protocolei
na Assembleia Legislativa em dezembro, projeto de resolução para
alterar o regimento interno do Legislativo disciplinando o uso do
artigo 62 previsto na Constituição Estadual, utilizado pelo Poder
Executivo para dar regime de urgência a projetos de lei (PLs). De
acordo com a minha proposta, as solicitações de regime de urgência
feitas pelo Governador devem ser analisadas pelos parlamentares em
plenário antes da tramitação. Com isso, os deputados poderiam
avaliar se existe ou não real urgência antes de enquadrar a matéria
no artigo 62. Quero deixar claro que não sou contrário ao uso de
regime de urgência. Entretanto, o excesso de projetos com o uso do
artigo 62 pelo Governo do Estado nos últimos três anos merece uma
análise ou resposta mais efetiva do Parlamento. Seria hipocrisia
dizer que não tem de existir um instrumento desse tipo, mas queremos
que o plenário, de maneira soberana, avalie a urgência. Conforme o
Projeto de Resolução, os projetos enquadrados no artigo 62 também
deverão tramitar durante 15 dias em Comissões de mérito para que
os deputados possam sugerir alterações.
Precisamos
debater o conteúdo das matérias mesmo que elas estejam em regime de
urgência. Atualmente isso só acontece em plenário no momento da
votação. O último levantamento realizado pela Bancada do PSDB na
Assembleia Legislativa, aponta que o Governo Tarso enviou 550
projetos desde janeiro de 2011, quando a sua administração começou,
sendo 468 em regime de urgência. Isso representa 85% do total das
matérias enviadas. No governo Rigotto (2003-2006), foram
encaminhados 372 projetos e 169 com urgência (45%). Na gestão de
Yeda (2007-2010), foram 449 projetos de lei e 118 com urgência
(26%). Durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça
(CCJ) propus que os membros da CCJ encaminhem um proposta de emenda
constitucional (PEC) que regulamente o uso do artigo 62 da
Constituição do Estado do Rio Grande do Sul. Atualmente, o
dispositivo permite que o Governador encaminhe projetos em regime de
urgência para que seja votado no período máximo de 30 dias, sem a
necessidade de deliberação nas Comissões temáticas.
Quando
Projetos de Lei chegam ao Parlamento gaúcho com regime de urgência,
passam a ter prioridade na deliberação sobre outros projetos que já
estavam previstos para ser votados. O regime de urgência foi
concebido como mecanismo excepcional – extraordinário - para
atender situações urgentes, mas acabou sendo tomado como regra
ordinária de tramitação legislativa. Não é a urgência que move
o atual Chefe do Poder Executivo, mas ela é utilizada como mecanismo
de aceleração da tramitação e de uma aprovação pouco cuidadosa,
sem a devida informação e avaliação por parte do Legislativo. O
regime de urgência automático, aceito submissamente pelo Poder
Legislativo torna sumário o processo legislativo. Elimina as devidas
etapas da tramitação. As comissões sofrem grandes limitações no
exercício de suas competências. O Plenário é surpreendido.
Tenho
a convicção de que todos os projetos devem passar pela Comissão de
Constituição e Justiça. O parecer da CCJ é importante para que
possamos fazer o controle interno de constitucionalidade, que é um
dos elementos básicos do devido processo legal. Por este motivo
estou propondo a criação de um processo sumaríssimo para que
nenhum projeto de lei vá à votação em Plenário sem o parecer
desta Comissão. E por acreditar no valor da Comissão de
Constituição e Justiça e por pensar que está na hora de afirmar o
Legislativo gaúcho enquanto Poder independente no Estado Democrático
de Direito é que proponho este Projeto.
*Deputado
estadual do PSDB
(Artigo publicado no jornal A Razão em 02 de janeiro de 2014)
01/01/2014
27/12/2013
PLENÁRIO: Aprovada , emenda do PSDB e evita que governo deposite recursos da CEEE no caixa único
O
deputado estadual Jorge Pozzobom comemorou a aprovação da emenda da
bancada do PSDB ao projeto de lei 350/2013, que autorizou a
transferência do pagamento dos proventos dos servidores
ex-autárquicos vinculados à Companhia Estadual de Energia Elétrica
mediante ressarcimento. A emenda estipula que os recursos
transferidos pela CEEE - Distribuição e pela CEEE - Geração e
Transmissão ao Tesouro do Estado serão depositados em conta
específica no Banrisul e não no caixa único, evitando que os
valores sejam utilizado para outros fins. Mesmo com o voto contrário
da base governista, a emenda foi aprovada por 24 x 23 votos.
Conforme
o parlamentar, ao incorporar na sua folha de pagamento estes
servidores, a intenção do Governo era de transferir aproximadamente
R$ 1,3 bilhão da CEEE para o caixa único do Estado, numa tentativa
de cobrir as contas do Executivo, sem garantir que o montante fosse
investido na Companhia. “Este projeto é um engodo, um verdadeiro
estelionato contra a CEEE. É danoso não só para os funcionários –
os trabalhadores e aposentados da CEEE serão prejudicados –, mas
para o nosso Estado. E não temos certeza alguma de que o Governo
quer utilizar esse recurso em melhorias. Assim, a emenda do PSDB
garante a proteção do futuro da CEEE e do patrimônio do povo
gaúcho”, afirmou.
26/12/2013
PL 155/2013: Pozzobom destaca rigor da lei de prevenção de incêndio
O
deputado estadual Jorge Pozzobom (PSDB) prestigiou, juntamente com os
deputados Valdeci Oliveira e Adão Villaverde, entre outros
parlamentares, o ato de sanção do projeto de lei 155/2013 pelo
governador do Estado, Tarso Genro, ocorrido na manhã desta
quinta-feira (26), no Palácio Piratini. A lei que passa a vigorar
estabelece normas sobre segurança, prevenção e proteção contra
incêndios nas edificações e áreas de risco de incêndio no Estado
do Rio Grande do Sul. O parlamentar destacou que a lei foi elaborada
a partir da união e da dedicação de todos os deputados da
Assembleia Legislativa com o apoio de instituições, entidades e da
sociedade.
Pozzobom,
que foi autor de emendas visando garantir a aplicação dos
dispositivos com rigor, destacou que a lei visa, acima de tudo,
preservar a vida. Uma de suas proposições reduziu o prazo de três
para um ano para que os municípios modernizem as suas leis. “Era
nosso dever dar uma resposta séria, responsável, contundente e
eficaz ao que aconteceu em Santa Maria, ou seja, uma lei rigorosa.
Somente desta forma também haverá rigor na liberação dos alvarás,
que é o primeiro ponto que a cidade de Santa Maria nos pede todos os
dias. Acima das diferenças, mostramos que temos compromisso com
Santa Maria e com o Rio Grande”, afirmou.
20/12/2013
ARTIGO: Parlamento vota matérias importantes nas últimas semanas
*Jorge
Pozzobom
Nas
últimas três semanas, o Parlamento gaúcho concentrou esforços no
trabalho realizado pelas Comissões, assim como na deliberação de
projetos em plenário. O trabalho intensivo justifica-se para
compensar o período de recesso de um mês, quando na Assembleia
Legislativa, não operam as Comissões nem o Plenário. Entretanto
meu gabinete e meu trabalho parlamentar segue em atividade dentro e
fora do Palácio Farroupilha. E como representante do povo quero
compartilhar com vocês parte do meu trabalho sobre o que foi
deliberado no Legislativo.
Um
dos projetos importantes, dentre tantos que foram votados, foi o
Projeto de Lei 309/2013, que altera a lei nº 14.307, também de 2013
e de autoria do Governo do Estado, que instituiu o Passe Livre
Estudantil Intermunicipal no Estado do Rio Grande do Sul. E
considero uma vitória de todos os gaúchos a aprovação em
plenário de emenda que apresentei e foi aprovada, prevendo que
o Estado subsidie integralmente a passagem de todos os estudantes
matriculados em ensino técnico ou superior que tenham aulas em
cidade diferente daquela que reside. Para o leitor compreender, pela
lei aprovada pelo Governo, municípios que não pertencem à Região
Metropolitana e às Aglomerações Urbanas da Serra, do Sul e do
Litoral deveriam criar um fundo para o financiamento destas
passagens. Assim, municípios próximos a centros educacionais
importantes, como Santa Maria, Santa Cruz do Sul, Ijuí, Passo Fundo
e Erechim só teriam, antes da minha emenda e da aprovação deste
novo projeto de lei, garantida isenção de passagem caso os
municípios destinem recursos para tanto. A emenda é uma forma, que
nós, deputados de oposição utilizamos para tornar a lei mais
democrática, tratando todos os municípios do Rio Grande de Sul de
forma igual. Há muito tempo sustentei que a lei do Executivo violava
o princípio constitucional da igualdade. Ora, se todos são iguais
perante a lei com seus deveres, também devem ser com seus direitos.
Só espero, agora, que o Governador sancione a nova lei do Passe
Livre e não vete a minha emenda.
Também
quero falar sobre a aprovação do PL 376/2013, que impede a reedição
por decreto do Imposto de Fronteira aprovado pela Assembleia
Legislativa que, juntamente com outros quatro deputados propusemos
que a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa apresentasse projeto de
lei com idêntico teor ao do PL 190/2013, que tratava do Imposto de
Fronteira. O projeto foi aprovado em plenário e, portanto, impede
que o Governo do Estado reedite por decreto a cobrança de percentual
diferenciado sobre mercadorias compradas em outros estados. A nossa
intenção era de que a proposição fosse iniciativa da Mesa
Diretora porque, mesmo com a sustação do decreto aprovada por
unanimidade em Plenário, o Executivo manteve a cobrança das
alíquotas diferenciadas. Tenho a convicção de que o Poder
Executivo erra quando argumenta, a fim de manter o imposto, de que a
sustação do decreto foi ato inconstitucional porque deputados não
poderiam legislar sobre matérias de cunho tributário. O Supremo
Tribunal Federal pacificou o entendimento de que os deputados podem
legislar sobre cobrança ou desoneração de impostos. E este
Parlamento decidiu que o Estado não deveria mais cobrar o Imposto de
Fronteira, mas o Governo do Estado desrespeitou uma decisão soberana
e constitucional do Poder Legislativo gaúcho.
E
por fim, quero parabenizar o Governo do Estado que retirou, depois de
forte pressão da base aliada, dos deputados de oposição e da
sociedade organizada, da Ordem do Dia do plenário, o projeto de lei
365/2013, que previa, entre outras modificações, a redução do
limite de enquadramento em RPV de 40 para 10 salários mínimos por
um período de cinco anos. Desta forma, os servidores que têm RPVs
para receber do governo c om valor acima de dez salários mínimos
teriam seus créditos repassados para a categoria de precatórios,
cujo trâmite para pagamento é mais demorado. Em contato direto com
dirigentes da OAB/RS, defendi a retirada do PL que fere legislações
que garantem o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa
julgada. Desde o início afirmei que este projeto era
inconstitucional, violava cláusulas pétrea da Constituição
Federal e, além disto, restava evidenciada mais uma tentativa de um
flagrante calote contra o povo gaúcho.
Pela
relevância do Projeto de Lei 155/2013, que estabelece
normas sobre segurança, prevenção e proteção contra incêndios
nas edificações e áreas de risco de incêndio no Rio Grande do
Sul, tratarei deste tema em um artigo específico. A todos, um feliz
Natal!
*Deputado Estadual PSDB
(Publicado no Jornal A Razão em 19 de dezembro de 2013)
19/12/2013
PLENÁRIO: Pozzobom afirma que PSDB estará na sessão extraordinária do próximo dia 26
Foi
retirado, na sessão extraordinária da Assembleia Legislativa,
ocorrida na manhã desta quinta-feira (19), o requerimento que
solicitava a realização de uma sessão extraordinária nesta
sexta-feira a fim de votar os projetos em regime de urgência
enviados pelo Governo do Estado ao Parlamento com prazo fatal de
votação em janeiro. Visando antecipar a aprovação, o Executivo
anunciou que solicitará uma sessão extraordinária da AL no próximo
dia 26.
Depois
de deputados da base do governo insinuarem que o requerimento de
realizar sessão na sexta-feira foi apresentado porque os
parlamentares da oposição não queriam sessão na semana que vem, o
deputado estadual Jorge Pozzobom (PSDB) assumiu o compromisso de que
estará presente junto com toda sua bancada. “Em primeiro lugar, o
governador Tarso não vai me convocar, porque não me convoca: pode é
mandar nos deputados de sua base. Em mim, Tarso Genro não manda.
Estaremos aqui, porque é um dever do Parlamento votar os projetos.
Em segundo lugar, vamos abrir mão de votar o requerimento do Governo
para realizar a convocação extraordinária, porque, por força da
Constituição, de maneira simétrica, este pedido deveria ser ser
votado.
Sobre
as críticas do bloco governista, Pozzobom rebateu que os
parlamentares da base não aceitaram a votação sugerida para a
manhã desta sexta para acompanhar a presidente Dilma Rousseff, que
estará em Porto Alegre no horário que foi proposto. “A base
governista não quis a sessão porque desejam estar com a presidente
Dilma, batendo fotos, porque todos sabemos que ano que vem é
eleitoral. É importante dizer também que a presidente Dilma tem uma
preocupação muito grande, porque o PT sempre perdeu no Rio Grande
do Sul. Por isso ela está vindo insistentemente, porque tem medo de
perder aqui”, concluiu.
18/12/2013
DIREITOS HUMANOS: Pozzobom e Instituto Proteger definem pauta de trabalhos para 2014
O
deputado estadual Jorge Pozzobom (PSDB) se reuniu nesta quarta-feira
(18) na Assembleia Legislativa com os integrantes do Instituto
Proteger Melissa Telles (presidente), Eliza Cerutti, Rodrigo Freitas
Paixão e Cláudia Gay Barbedo. Na pauta, a definição de uma agenda
de trabalho para ser desenvolvida em 2014 em parceria entre o
parlamentar e a entidade. Entre elas, a elaboração de uma cartilha
para divulgar os direitos de crianças, adolescentes e idosos, e a
realização de audiência pública para tratar das vítimas de
direitos sexuais.
Outra
ação definida no encontro é de propor nas Câmaras de Vereadores
dos municípios gaúchos a elaboração de projetos de lei em âmbito
municipal semelhantes ao PL 270/2013, de autoria de Pozzobom, que
institui no RS outubro como mês de proteger crianças, adolescentes
e idosos. “Quero agradecer a todos os protetores do Instituto
Proteger pelo carinho, pela confiança e também por me trazerem
muito trabalho no Parlamento”, afirmou.
EDUCAÇÃO: Aprovado projeto de doação de área para Uergs – Campus Alegrete
Foi
aprovada, na sessão da Assembleia Legislativa desta quarta-feira
(18), o Projeto de Lei 325/2013, que autoriza o Departamento Autônomo
de Estradas de Rodagem (Daer) a doar terreno situado no município de
Alegrete à Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs). O
deputado estadual Jorge Pozzobom (PSDB) comemorou a conquista, que
vai permitir que a instituição busque recursos públicos para a
construção de sua sede própria.
Desde
o primeiro momento, Pozzobom se declarou favorável ao projeto e
articulou junto com os demais deputados a aprovação. No início do
mês, recebeu em seu gabinete a vereadora Ivanir Motta Aquino e
acadêmicos do curso de Pedagogia da Uergs e garantiu, na ocasião, o
voto favorável à matéria. “Quero agradecer a comitiva da Uergs
que veio falar comigo sobre o projeto. Este foi um compromisso
assumido com os vereadores Celeni Viana e Ivanir Aquino e com os
moradores de Alegrete, assim como assumi posição a favor do
Hospital Regional e da contratação de médico legista e assistente
para o Instituto Geral de Perícia. E compromisso assumido significa
trabalho realizado”, concluiu.
17/12/2013
CCJ: Aprovado relatório de Pozzobom ao PL que garante recursos para Apaes
Foi
aprovado, na sessão desta terça-feira (17) da Comissão de
Constituição e Justiça, o Projeto de Emenda à Constituição
(PEC) 227/2013, que dispõe sobre o regime jurídico
imprescindível para que o Poder Público faça constar nas leis
orçamentárias municipais os recursos necessário para a preservação
da garantia à educação especial às pessoas com deficiência. Com
parecer favorável do deputado estadual Jorge Pozzobom (PSDB), a PEC
beneficia diretamente as Associações de Pais e Mestres (Apaes)
porque garante nos orçamentos das prefeituras recursos para o
atendimento especializado e público por meio de convênios com as
entidades.
Pozzobom
destacou o envolvimento do Parlamento Gaúcho neste ano de 2013 para
fortalecer as Apaes, como a mobilização de apoio às entidades para
a alteração no Congresso Nacional da Meta 4 do Plano Nacional de
Educação. O dispositivo obrigaria que todas as pessoas com
deficiência fossem matriculadas na rede regular de ensino, o que
determinaria o fim das escolas especiais. “Todos sabemos das
dificuldades pelas quais as Apaes passam, porque são entidades
filantrópicas e dependem do auxílio do poder público e do esforço
da comunidade para serem mantidas. Este projeto garante no orçamento
dos municípios recursos para serem destinados às entidades e a
projetos voltados para as pessoas com deficiência que, segundo nossa
Constituição Federal, têm assegurado o direito à educação”,
afirmou.
Assinar:
Comentários (Atom)